Os relacionamentos entre casais é
muito complexo. Há consortes que vivem toda uma vida até que a
morte os separa. É lindo!!! Admirar um casal de idosos, os quais
estão na condição de companheiros e continuam declarando amor
mútuo. Qual a medida desta parcela?
Muito pouco….
Antes de qualquer refutação,
coadunemos ao atual momento do COVID-19. Estatísticas apontam que o
confinamento ampliou agressões contra às mulheres. Segundo uma
médica, avultou-se casos de mulheres que chegam para serem
medicadas, pois levaram “tombos” no lar. A mídia revela
timidamente crescentes ofensivas com relação aos atos machistas
reprováveis. É certo que aumentou a taxa de registros nas
Delegacias de Polícia.
A culpa é do coronavírus?
Ou das autoridades que obrigaram
o isolamento, a fim de conter a propagação do vírus de uma pessoa
para outra?
Atrevo-me, afirmar que tanto a
pandemia do coronavírus quanto os Órgãos de Saúde não têm culpa
implícita com esses desmedidos conflitos. Dá-se muito tempo estavam
(casais) de costas um para o outro e o estopim se revelou na forçada
proximidade causada pelo COVID-19. Verdade?
Antes da pandemia cada parte
buscava uma alternativa de fuga. Assim esses casais viviam no mais
completo fingimento particular e principalmente perante a Sociedade.
Agora “juntos” os álibis estreitaram-se e as desavenças
afloraram.
Não é nenhuma novidade homem e
mulher desvendarem os defeitos um do outro quando estão sob o mesmo
teto. E esses desarranjos quando não são amainados ao longo das
suas caminhadas eclodem nos momentos críticos. Traições,
desemprego, fundamentalismos de crenças, doenças, interferências
alheias, etc. Consequentemente ocorrem separações e muitos culminam
em divórcios. Mas quando não procuram estes caminhos? Entregam-se a
religião, embriaguez, depressão,...
O que de fato se revela é uma
Sociedade sob a coberta da demagogia. Ninguém é obrigado a viver
com outra pessoa quando esfria o encanto, ou quando seus
entendimentos não tem o mesmo sentido de vivência.
As mulheres que me perdoem, ou
não queiram me atirar pedras, mas o verbalismo feminino é
insuportável, uma tortura psicológica. Mas fazer o quê? Nós
homens, também temos graus e graus de erros que levam às mulheres a
reclamar. Entretanto, não concordo, sob nenhum pretexto agredir uma
mulher, pois a condição física masculina o coloca sempre em
vantagem. Resumindo numa única palavra: COVARDIA. Homem que bate em
mulher tem que ser preso e responder pelo ato culposo, pois o
abrandamento é uma premissa para feminicídio.
O confinamento contra o
coronavírus é necessário por deferência à vida. Mas não
justifica certos homens perder a razão e boxear suas companheiras.
Oportunamente devem aproveitar o momento atípico e colocarem os
pingos nos “i”. Somos (homens e mulheres) capazes de atenuar ou
resolver divergência: no diálogo, silêncio, sexo, oração
(aqueles que são religiosos), até mesmo numa troca de olhares e no
fim sorrisos.
Depois que tudo isso passar… Um
passeio juntos… Ou pode ser que cada um siga seu caminho.
Maurício Matos Cunha

*Violência contra às mulheres*
ResponderExcluirAssunto interminável.
Principalmente por vivenciar isso em casa.
Não estenderei sobre essa atitude desumana... Pois como disse, falaria por horas e acharia alguma questão pra analisar, julgar e sentenciar.
Infelizmente é comprovado que esse tipo de violência aumentou mais que o Covid-19.
Imperdoável mesmo.
*Covid-19*
Outro assunto do qual estou aprendendo constantemente em aceitar que é um agressor violentamente letal que nos remete a condições de prevenção.
Que se aplicado na situação acima, poderia ser usado como isolamento para tais agressores, no caso pessoas (homens). No uso de alegação de contágio ao contato direto com a vítima. Causando sua sentença de morte.
Minha opinião é dada levando em consideração a desculpa do aumento da violência domestica por causa da quarentena.
Peço desculpas sobre minha análise. acabou sendo de certa maneira agreciva.
Demorei para fazer registrar esse comentário.
ResponderExcluirInfelizmente por esses dias realizaram um estudo do qual constataram que esse tipo de violência supera a contaminação pelo Covid-19.
É desesperador.