Impossível
falar de Campos do Jordão,
Sem
mencionar o médico da solução.
Impetuoso
combatia disgra infeccioso,
Em
qualquer adoentado tuberculoso.
Fundou
linha férrea com válida razão.
Trem
que vencia Serra na mata solidão,
Levando
a dor... O murmúrio lamentoso.
Ao
milagroso ilibado ar montanhoso.
Doutor Emílio Ribas,
herói das jornadas,
No
campo das moléstias que tanto flagela,
Vidas
de todas as idades em ossadas.
Bubônica,
hanseníase, febre amarela,...
Nos
livros, bustos,... Memórias imaculadas.
Maurício Matos Cunha
Rio de Janeiro, 21 de junho de 2015
Emílio
Marcondes Ribas, médico, (11/041862 – 19/12/1925), foi um dos
maiores sanitaristas brasileiros, fim do século XIX e inicio seculo
XX, ao lado de Oswaldo Cruz, Adolfo Lutz, Vital
Brasil e Carlos Chargas. Lutaram contra epidemias e
endemias que assolavam o Brasil. Combateu a febre amarela com notável
êxito em cidades paulistas. Mal incompreendido deixou-se picar por
um mosquito para provar o agente causador da doença. Com o colega
Oscar Moreira eliminou os focos de mosquitos no Rio de
Janeiro. Fundador Instituto Soroterápico do Butantã e
Fundador do Sanatório em Campos do Jordão e idealizador da
estrada de ferro para a respectiva cidade, pois o clima de montanha
favorecia a cura de tuberculose.
No
ano de 2014, CONCURSO NACIONAL CENTENÁRIO ESTRADA DE FERRO
CAMPOS DO JORDÃO (EFCJ), obtive o 2º lugar com o Conto:
SAÍDA 92, que encontra-se numa cápsula do tempo,
Campos do Jordão, que só será aberta no ano de 2065.
Texto que aguça uma certa curiosidade em saber Mais sobre a vida de tais personagens e suas descobertas... Pena que são poucos que se interessam por fatos históricos.
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